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dialogo visual, compartilhando a graça, parabólicos e paranóicos, adenilton turquete

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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O que faz a alegria das mulheres?


Vencer a eterna luta contra a balança, não tem preço...

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

MATEMÁTICA DO SEXO: estatísticas picantes sobre o que rola entre quatro paredes

MATEMÁTICA DO SEXO: estatísticas picantes sobre o que rola entre quatro paredes
Ao mesmo tempo em que o sexo é praticado com uma liberdade nunca vista na história, as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) atacam em escala também inédita. Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 30 infecções curáveis provocadas por vírus, bactérias e protozoários são transmissíveis sexualmente. Todo ano, 340 milhões de novos casos de sífilis, gonorreia, clamídia e tricomoníase ocorrem com adultos entre 15 e 49 anos. Isso sem contar a aids, que atinge 33 milhões de pessoas no planeta. Fora da OMS, há poucas estatísticas mundiais sobre o rala-e-rola - não se sabe, por exemplo, qual a posição sexual mais praticada na Terra. A maior pesquisa sobre o assunto foi feita pela Durex, fabricante de camisinhas, em 2005 - mas o Brasil ficou de fora dos 41 países investigados. Por aqui, a principal pesquisa foi conduzida por Carmita Abdo, professora da USP, e publicada em 2008, depois de 8 200 entrevistas em dez cidades do país. O resultado: os brasileiros mais pensam do que fazem sexo. Enquanto transam em média três vezes por semana, sonham com 6,3 relações por semana. Na prática, a teoria é outra...

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Não tenha vergonha de ser maria-chuteira: o mundo mudou

A modelo Joanna Tuczynska mostrou todo seu amor pelo ex-jogador Lothar Matthaus engatinhando até ele após um banho de mar

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Mulheres representam 47% do público de games no Brasil

mulheres são quase metade dos jogadores de games no brasil
Foi-se o tempo em que o mundo de games era restrito aos homens e às ocasionais amigas nerds dos meninos mais viciados. É que, de acordo com uma pesquisa realizada pelo IBOPE Media, as mulheres já representam um montante de 47% das pessoas que jogam, com regularidade, algum tipo de jogo eletrônico no Brasil.

Intitulada “1ª. Pesquisa Games Pop”, o estudo – divulgado pela Atrativa, subsidiária latino-americana da produtora GameHouse – aponta ainda que 51% destas mulheres pertencem à classe A, e têm idade entre 40 e 49 anos. Surpreendente, né? Um pouco, mas nem tanto. É que antes de você sair atrás de conferir se sua mãe ou tia andam viciadas em Uncharted ou Assassin’s Creed, vale saber o seguinte: na verdade, boa parte dessa dimensão se deve ao crescimento de games casuais online, para PC e redes sociais. Sim, ainda tem muita gente jogando Farmville e Song Pop.

Nesses segmentos, a participação feminina varia entre 55% (jogos casuais) e 77% (jogos disponíveis em redes sociais). “Os jogos casuais trazem uma experiência simples, sem jogabilidade complexa, para aquelas pessoas que gostam de se divertir, mas sem investir muito tempo ou esforço. Além disso, o apelo estético e a temática também fazem diferença. O público casual procura diversão instantânea, para aqueles momentos curtos do dia em que precisamos de distração”, explica André Faure, diretor executivo da Atrativa.